
Autor: Dias, Fernando
Krajewski, Pascal
Olaio, António
Amato, Etienne
Zagalo
Brito, Cícero de
Natkin, Stéphane
Gouveia, João Ricardo Faria de
Matoso, Rui Manuel Pinto Ibañez
Calado, Margarida
Reis, Leonor
Jeremias, Joana
Costa, Diogo Freitas da
Editora: Centro de Investigação e de Estudos em Belas Artes, Faculdade de Belas-Artes, Universidade de Lisboa
Resumo: O segundo volume do dossier temático Ars Ludens, procura explorar relações entre a dimensão lúdica com a tecnológica, com especial atenção aos problemas do videojogo, sobretudo nas suas tensões enquanto questão lúdica e artística. Várias questões se envolvem nessa tensão, destacando-se se o videojogo pode ser arte? E como? Ou até que ponto? Ou ainda, como se entende e recebe teórica e criticamente essa possibilidade? Temos depois as suas problemáticas curatoriais. Como se pode expor o videojogo e o que implica e significa enquanto exercício curatorial? O que é contemplar um videojogo como obra de arte ou como modo lúdico? Ou se só pode ser acção do próprio utilizador/jogador? Outra dimensão está nas alterações tecnológicas no próprio seio da ludicidade e do jogo: por exemplo, que alterações trouxeram os videojogos no campo do uso e prazer lúdico? E quais as suas implicações na nossa experiência do mundo?



















