
Título: Matéria-Prima, vol.3, nº1 (Jan./Jun. 2015)
Outros títulos: Práticas artísticas no ensino básico e secundário
Autor: Queiroz, João
Barbosa, Ana Mae
Pereira, Maria Dilar da Conceição
Martins, Pollyanna Motta
Marcellán Baraze, Idoia
Silva, Mônica Sueli Caetano da
Souza, Marise Berta de
Brasil, José Umbelino de Sousa Pinheiro
Oliveira, Luciano Carmo de
Frade, Marta
Cabeleira, Helena
Araújo, Jorge Miguel Rodrigues Pinheiro
Diniz, Francisco
Ramos, Maria Conceição
Charréu, L.
Argôlo, Inês
Ré, Sofia
Gil, Carla
Fonseca Da Silva, Maria Cristina Da Rosa
Durante, Adriana
Guimarães, Alexandre Henrique Monteiro
Oliveira, Miriam Fernandes Pestana
Costa, Thérèse Hofmann Gatti Rodrigues da
Castro, Rosana Andrea Costa de
Jesus, Pedro Miguel Teixeira de
Santos, Pedro Miguel Carvalho Duarte dos
Vilela, Teresinha Maria de Castro
Victorio Filho, Aldo
Palavras-chave: Arte
Estudo e Ensino
Periódicos
Data: 2015
Editora: Centro de Investigação e de Estudos em Belas Artes, Faculdade de Belas-Artes, Universidade de Lisboa
Resumo: Sobre a Matéria-Prima, há novidades e perigos. O tempo vivido na Europa e no contexto global tem vindo a acentuar a urgência das prioridades quantificadas, com um discurso dominante onde há menos política (pessoas) e mais representação económica (coisas). O correlato entre pessoas e coisas é, como sabemos, o dinheiro, ou trabalho reificado. A crise europeia, em torno da dívida soberana e dos maiores orçamentos do mundo, da capacidade da sua gestão na linguagem dura dos mercados e das taxas de juro veio modificar os objetivos imediatos da Europa, que em 2000 eram ambiciosos — “a sociedade mais competitiva do mundo em 2010” — para uma estratégia de emergência, agora chamada horizonte 2020. Este é o panorama ideal para colocar o ensino artístico em risco. Os fóruns internacionais passaram a valorizar os resultados da educação em rankings e sondagens de aproveitamento, cuja principal estratégia e preocupação é a mensurabilidade e comparabilidade, como são exemplo os relatórios PISA: avaliam-se em todos os países, as competências em Ciências, Matemática e Língua Materna. A matéria-prima de amanhã corre riscos de desaparecer gradualmente, pelos cortes de carga horária, pela concepção extracurricular da educação artística, pela sua perceção menorizada em função das concepções competitivas da sociedade contemporânea globalizada.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10451/50907
ISSN: 2182-9756
2182-9829
Aparece nas colecções: FBA-CIEBA: Revista Matéria-Prima


















